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Agendas Estratégicas

A RISO organiza sua atuação a partir de Agendas Estratégicas: temas e públicos prioritários que mobilizam a rede para compreender desafios, conectar pessoas e organizações, produzir conhecimento e construir oportunidades de ação.

Os Grupos de Trabalho (GTs) são os espaços onde essas agendas ganham movimento. Os GTs são espaços de trabalho contínuo, não se resumem a encontros ou eventos, conforme apresentado abaixo, eles podem gerar diversos tipos de desdobramentos.

Cada GT reúne pessoas e organizações interessadas em uma questão comum para escutar, trocar experiências, produzir conhecimento, fazer conexões e construir caminhos de ação.

Atualmente a RISO prioriza a atuação em quatro assuntos, separados em dois eixos:

Por público

Agendas que partem de grupos ou situações específicas relacionadas à inclusão socioprodutiva.

  • Vulnerabilidade Extrema

    Uma agenda dedicada aos desafios de inclusão socioprodutiva de pessoas que vivenciam múltiplas e sobrepostas situações de vulnerabilidade, risco social e/ou violação de direitos, enfrentando barreiras especialmente severas de acesso ao trabalho, à renda e às oportunidades.

    Conheça a agenda

  • 50+

    Longevidade

    Uma agenda dedicada às relações entre longevidade, trabalho, renda, autonomia, participação econômica e novas oportunidades ao longo da vida.

    Conheça a agenda

Por tema

Agendas que partem de grandes transformações econômicas, sociais e tecnológicas que impactam o trabalho, a renda e os territórios.

  • Transição Justa e Economia Verde

    Uma agenda dedicada aos desafios e oportunidades de inclusão socioprodutiva decorrentes da transição para uma economia de baixo carbono, mais sustentável e circular.

    Conheça a agenda

  • Tecnologia e Economia Criativa

    Uma agenda dedicada às oportunidades e aos desafios de inclusão socioprodutiva gerados pela transformação tecnológica e pela expansão da economia criativa.

    Conheça a agenda

Como funcionam os Grupos de Trabalho?

Cada agenda prioritária conta com um Grupo de Trabalho (GT) que reúne diferentes atores para aprofundar o tema, compartilhar conhecimentos e experiências, construir conexões e desenvolver ações conjuntas.

Os GTs contam com colíderes voluntários, com experiência e conhecimento no tema, que ajudam a mobilizar os participantes, orientar as discussões e impulsionar os trabalhos da Rede.

Como funciona?

Cada GT constrói seu próprio caminho e define suas prioridades a partir dos desafios da agenda e do engajamento de seus participantes. O trabalho se desenvolve a partir de quatro movimentos:

Escutar → Conectar → Construir → Mobilizar

Escutar

identificar desafios, experiências, conhecimentos e oportunidades.

Conectar

aproximar pessoas e organizações, promovendo trocas e novas conexões.

Construir

definir prioridades e desenvolver coletivamente ideias e caminhos de atuação.

Mobilizar

articular conhecimentos, parceiros e recursos para transformar ideias em possibilidades de ação.

O que podemos construir juntos?

Cada GT constrói seus próprios caminhos e resultados. Os colíderes articulam com os participantes as prioridades e a produção do grupo, mobilizando conhecimentos, experiências, conexões e capacidades presentes na Rede. Quanto maior o engajamento de seus membros, maior o potencial de alcance e de realização do GT.

A partir dessa construção coletiva, podem ser desenvolvidos conteúdos e pesquisas, encontros e debates, formações, parcerias, projetos-piloto e ações nos territórios, além da identificação e articulação de oportunidades de trabalho, renda, financiamento e desenvolvimento.

Os trabalhos do GT também podem contribuir para o debate público, inspirar políticas públicas e estimular a implementação de projetos e soluções concretas, conectando organizações e parceiros interessados em fazê-los acontecer.

Mais do que um espaço de discussão, o GT busca transformar conhecimento, colaboração e conexões em ação, ampliando as possibilidades de inclusão socioprodutiva.

Quem pode participar?

Os GTs são espaços abertos a diferentes atores relacionados a cada agenda: organizações da sociedade civil, empresas e empreendedores, poder público, universidades e pesquisadores, institutos e fundações, especialistas, lideranças e organizações territoriais, entre outros.

A participação é flexível e pode acontecer de diferentes formas, de acordo com o interesse, a experiência e a disponibilidade de cada pessoa ou organização — compartilhando conhecimentos e iniciativas, participando dos encontros, propondo temas, conectando atores ou colaborando na construção de projetos e ações.